Eu sou a errada ter deixado chegar a esse estado. Sou errada de me importar demais, de amar, de chorar, sofrer, dedicar, sentir. De achar que você faria o mesmo por mim, e cumpriria as promessas que fizeras. Me arrependo de absolutamente tudo, mas de que adianta todo esse sofrimento? Não vai fazer você mudar, não vai fazer você se importar, nem me procurar. De tudo só servirá para bons textos e mais lágrimas. Espero que a justiça se faça e você pelo menos sofra a metade que sofri por você ter ido, sem ao menos se despedir.
Você vira pro teu colega e diz o quão meloso é aquele casal que se chama pelos apelidos mais bobos que existem. Diz até que chega a ser clichê. E realmente é clichê, é bobo, é meloso. É isso tudo até a hora que você se coloca na situação, não é? É bobinho chamar a namorada de “meu amor” até o momento que o teu namorado te chama dessa forma. É meloso viver agarrado, colado um no outro, até a hora que fazem isso com você, até a hora que é você quem está ali. É clichê ligar quinhentas vezes por dia pro namorado, até o momento em que você começa a sentir necessidade de fazer isso também. O amor é clichê, é bobo, é meloso até a hora que ele te pega de jeito. Daí quem fica clichê, bobo e meloso é você.
”A pior parte é saber que eu não consigo. Eu não consigo desistir da gente. Nem quando eu tô irritada, nem quando você não dá a mínima, nem quando você merece. Eu não consigo ir embora… Porque mesmo dizendo que tudo o que tivemos não significou absolutamente nada, lá no fundo eu sei o quanto eu tô enganada. Lá no fundo eu sei que vou lembrar de você quando estiver triste ou quando precisar de alguém. Você sempre vai ser aquilo que me faz falta. Mesmo que eu negue. Mesmo que eu me afaste. Mesmo que eu diga que não volto mais, eu volto. E isso é uma promessa.”